A dúvida aparece em praticamente todo orçamento de uniforme esportivo: sublimação ou DTF? A resposta depende do tecido, da quantidade de cores e de quantas peças você vai produzir.
A sublimação transfere tinta em estado gasoso para dentro da fibra do poliéster. O resultado é uma peça sem relevo, sem película e sem qualquer sensação de "adesivo" — a estampa vira o próprio tecido. É a escolha certa para camisa de futebol, ciclismo, corrida, vôlei e futsal, onde a peça inteira é estampada e a respirabilidade importa.
Limitação da sublimação: só funciona bem em poliéster e em cores claras. Não é possível sublimar uma camiseta preta de algodão.
O DTF (Direct to Film) imprime a arte em um filme e a transfere com calor e cola. Funciona em algodão, poliéster, mescla, em peça escura ou clara, e reproduz fotos e detalhes finos. É a técnica ideal para aplicar um logo colorido numa camiseta de algodão preta, ou para personalizar poucas peças sem custo de tela.
Na prática, dentro de um mesmo pedido esportivo, é comum usar as duas: camisas de jogo em sublimação total e camisetas de treino/algodão com logo em DTF.
Durabilidade: bem aplicadas, as duas passam de 50 lavagens. A sublimação nunca descola porque não há camada sobre o tecido; o DTF pode trincar se a peça for passada com ferro direto sobre a arte ou lavada em água muito quente. Recomendação simples para a equipe: lavar do lado do avesso, água fria e sem secadora.
Se você não sabe qual escolher, mande o tipo de peça, a cor do tecido e a arte pelo WhatsApp — indicamos a técnica e o custo por peça de cada opção.
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