O maior desperdício em uniforme corporativo não é preço: é peça que a equipe não veste. Isso acontece por três motivos — tecido desconfortável, modelagem que não serve para o corpo real das pessoas e regra de uso que ninguém explicou.
Tecido: para escritório e atendimento, piquet de algodão com poliéster equilibra caimento e durabilidade; malha 100% algodão é mais confortável mas amassa e desbota mais rápido; poliviscose funciona bem em camisaria social.
Modelagem: ofereça modelagem masculina e feminina, não apenas "unissex". É a mudança que mais aumenta a adesão. Distribua a tabela de medidas em centímetros e, em equipes acima de 30 pessoas, produza uma peça piloto de cada modelagem para prova.
Aplicação da marca: bordado no peito é o padrão corporativo — discreto, durável e percebido como mais sofisticado. Para logo colorido com degradê, o DTF reproduz melhor. Nas costas, texto pequeno com nome do departamento ou site ajuda em atendimento externo.
Quantidade por colaborador: o mínimo saudável são 3 peças (uma no corpo, uma na gaveta, uma na lavagem). Com 2 peças, a equipe acaba usando roupa própria em dia de lavagem e o padrão se quebra.
Regra de uso escrita e curta: quais peças em qual situação, quem repõe, em quanto tempo. Uma página basta e resolve 90% das dúvidas internas.
Para empresas, guardamos arte e grade em arquivo, emitimos nota fiscal e atendemos reposição durante o ano com o mesmo padrão de cor.
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